Fez-se maar...

Fez-se mar
Senhora o meu penar
Demora não, demora não

Vai ver, o acaso entregou
Alguém pra lhe dizer
O que qualquer dirá
Parece que o amor chegou aí
Parece que o amor chegou aí
Eu não estava lá, mas eu vi
Eu não estava lá, mas eu vi

Clareira no tempo
Cadeia das horas
Eu meço no vento
O passo de agora
E o próximo instante, eu sei, é quase lá
Peço não saber até você voltar


Loser manos

Ta tudo dito. Não precisa de mais...

Beijos de abacate ;*

Pra que sentido?

A necessidade de escrever vem com extremos.
A alta tristeza, que é quando a gente não se aguenta de tanto sentimento ruim e precisa se vingar ou gritar pro mundo de alguma forma.
E a alta alegria, que é quando a gente se encontra com a gente mesmo e não se contém de tanta vontade de viver.

Pra dizer a verdade, eu não acho que esteja em nenhum dos dois extremos. Mas acho que estou com saudade da liberdade e fuga da realidade que a escrita proporciona.

O que me prende?
O que me controla?
Nada.
Aqui crio meu mundo.
Minhas pessoas
Minha casa
Ou nenhuma casa

Crio os sentimentos
As historias
contos de fadas
Tudo como eu gostaria que fosse
Ou como não gostaria que gostasse de ser

Pra que a realidade?
Vou fugir pra minha história
Pra minha saudade
de que? Não sei
Mas pros sentimentos que eu quero abraçar e pensar que são meus
Por que são meus.
E são melhores, mesmos o piores que eu posso imaginar.

vou fugir pro meu papel (pagina)!


Será que alguém lê isso?
Sabe-se lah. Escrevo para uma multidão que há em mim.


Beijocas de abacates ;*